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Os Estados Unidos oficializam nesta quinta-feira (22.jan.2026) sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), deixando para trás uma dívida de cerca de US$ 260 milhões em taxas não pagas.

A decisão, anunciada por Donald Trump no primeiro dia de seu novo mandato, marca uma ruptura significativa na cooperação internacional em saúde.

 

Contexto da decisão

– Data da retirada oficial: 22 de janeiro de 2026.

– Autor da decisão: Presidente Donald Trump, no início de seu novo mandato.

– Dívida acumulada: Aproximadamente US$ 260 milhões, referentes às taxas de 2024 e 2025.

– Justificativa oficial: Segundo Robert F. Kennedy Jr., Secretário de Saúde e Serviços Humanos, a OMS estaria “atolada em inchaço burocrático, paradigmas enraizados, conflitos de interesse e política de poder internacional”.

Impactos globais

– Na vigilância epidemiológica: A OMS alerta que a saída dos EUA prejudica a capacidade de monitorar surtos e responder rapidamente a emergências sanitárias.

– Na cooperação internacional: Os EUA eram considerados vitais para a troca de dados e coordenação entre países.

– No financiamento: A dívida de US$ 260 milhões levanta dúvidas sobre como será tratada e se haverá algum tipo de negociação futura.

Histórico

– 2020: Trump já havia iniciado um processo de retirada da OMS, revertido por Joe Biden em 2021.

– 2025: Kennedy Jr. apresentou oficialmente as justificativas para a saída em mensagem à Assembleia Mundial da Saúde.

– 2026: A decisão se concretiza, após o prazo legal de um ano de notificação exigido pela legislação norte-americana.

Próximos passos

– Reunião da OMS: O Conselho Executivo da organização discutirá em fevereiro as implicações da saída norte-americana.

– Relação futura: Ainda não está claro como será a interação entre o governo dos EUA e a OMS, especialmente em casos de crises sanitárias globais.

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