{"id":6774,"date":"2023-04-15T18:29:18","date_gmt":"2023-04-15T21:29:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.didasantos.com.br\/v1\/?p=6774"},"modified":"2023-04-15T18:32:17","modified_gmt":"2023-04-15T21:32:17","slug":"comportamento-filho-precisamos-conversar-10-formas-de-conduzir-um-papo-sobre-ataques-em-escolas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.didasantos.com.br\/v1\/2023\/04\/15\/comportamento-filho-precisamos-conversar-10-formas-de-conduzir-um-papo-sobre-ataques-em-escolas\/","title":{"rendered":"COMPORTAMENTO: \u2018Filho, precisamos conversar\u2019: 10 formas de conduzir um papo sobre ataques em escolas"},"content":{"rendered":"<p>\u201cEle est\u00e1 com medo, teve pesadelo, toda hora fala disso. Fui obrigada a trazer esse assunto para o meu filho porque o p\u00e2nico se instalou na sala dele, na escola, e Caio* veio me perguntar se era verdade tudo isso. Eu tive que dizer a ele que sim, que podia acontecer\u201d. Filho da enfermeira Ana*, Caio tem 8 anos e j\u00e1 n\u00e3o se sente seguro em ir para a escola. \u201cEu n\u00e3o estou sabendo lidar, ele n\u00e3o est\u00e1 sabendo lidar. A verdade \u00e9 que nos sentimos impotentes, sem saber como agir\u201d, complementa Ana, que j\u00e1 come\u00e7ou a ter essa conversa em casa.<\/p>\n<p>Depois da pandemia e da ansiedade de voltar \u00e0s aulas presenciais, o sentimento de inseguran\u00e7a generalizada toma conta de pais e alunos, diante de ataques violentos em escolas de todo o pa\u00eds. Cen\u00e1rio que faz com que a fam\u00edlia se questione: quais os caminhos poss\u00edveis para abordar o assunto em casa e lidar com medos e traumas?<\/p>\n<p>Para o psic\u00f3logo Rodrigo Guimar\u00e3es, professor universit\u00e1rio e mestre em An\u00e1lise do Comportamento, o mais importante nesse momento \u00e9 que os pais identifiquem, independente da idade, se essa crian\u00e7a ou adolescente est\u00e1 com medo, ou n\u00e3o, e monitorem tamb\u00e9m o consumo de m\u00eddia, sobretudo a de car\u00e1ter sensacionalista.<\/p>\n<p>\u201cTem crian\u00e7as de 7 anos que j\u00e1 tem um repert\u00f3rio um pouco mais desenvolvido do que crian\u00e7as de 9 anos, por exemplo. Ent\u00e3o, a abordagem vai depender muito da maturidade e repert\u00f3rio, com o entendimento que ela possa ter de que n\u00f3s estamos em uma fase dif\u00edcil. Os pais podem perguntar como ela se sente na escola, como est\u00e3o as coisas. Esses feedbacks j\u00e1 se tornam um par\u00e2metro para essa conversa\u201d, orienta.<\/p>\n<p><strong>Passo adiante<\/strong><br \/>\nA partir da\u00ed, entendendo essa consci\u00eancia e o que a crian\u00e7a ou adolescente diz sobre o assunto \u00e9 que a mensagem vai ser adequada conforme o seu repert\u00f3rio. \u201c\u00c9 fundamental que os pais passem seguran\u00e7a. O filho quando olha para os pais v\u00ea algu\u00e9m que transmite isso, e ele precisa desse apoio emocional\u201d.<\/p>\n<p>M\u00e3e de Luan, 11, a gerente administrativa B\u00e1rbara Luana tamb\u00e9m chamou o filho, recentemente, para falar sobre o assunto. \u201cA primeira atitude da escola foi comunicar aos pais sobre o que ela est\u00e1 fazendo. Conversei com meu filho, dei alguns conselhos sobre o que fazer caso veja algo suspeito. Por ter 11 anos, ele j\u00e1 entende o que est\u00e1 acontecendo. Chegou a me fazer algumas perguntas e respondi com toda clareza\u201d, conta.<\/p>\n<p>Uma abordagem na mesma propor\u00e7\u00e3o das demandas que a crian\u00e7a vai trazer \u00e9 o conselho da advogada e mestranda em Educa\u00e7\u00e3o pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Cleo Garcia. Ela \u00e9 respons\u00e1vel pela pesquisa que associa o crescimento dos casos de massacres nas escolas ao avan\u00e7o do extremismo no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cA fam\u00edlia deve ficar atenta e responder \u00e0s perguntas que a crian\u00e7a fizer, respeitando a idade, com palavras f\u00e1ceis de entendimento, validando o sentimento que ela traz. Refor\u00e7ar a ideia de seguran\u00e7a na escola, as intera\u00e7\u00f5es que ela tem no dia a dia, comentar sobre as pessoas de confian\u00e7a que ela tem l\u00e1\u201d, diz a advogada.<\/p>\n<p>Outra orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 manter a escola informada se a crian\u00e7a est\u00e1 com algum sentimento de medo para que ela possa ser acolhida l\u00e1 tamb\u00e9m. J\u00e1 no caso de adolescentes, Cleo Garcia pontua que a ideia pode ser trazida num momento de conversa da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 essencial orientar para a dimens\u00e3o desse problema e principalmente para os pontos de aten\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s comunidades, grupos, chats de veicula\u00e7\u00e3o de discurso de \u00f3dio. A ideia n\u00e3o \u00e9 confrontar, passar serm\u00e3o sobre jogos, mas trazer o di\u00e1logo com calma, confian\u00e7a, para que o adolescente se interesse por aquela troca e n\u00e3o se afaste\u201d, indica.<\/p>\n<p>Fingir que isso n\u00e3o existe \u2013 com a justificativa de que &#8216;\u00e9 melhor que ele nem saiba&#8217; \u2013 aumenta o risco de que seu filho acesse outras fontes nem sempre t\u00e3o confi\u00e1veis e que podem lev\u00e1-lo ao p\u00e2nico, alerta ainda Cleo Garcia. \u201cOutro ponto nessa conversa com adolescentes est\u00e1 em orientar sobre n\u00e3o desprezar informa\u00e7\u00f5es que seja veiculada por colegas \u2013 tanto de amea\u00e7a contra a pr\u00f3pria vida quanto ao bem-estar do grupo \u2013 para que ele entenda que pode sempre buscar ajuda dos adultos\u201d, complementa.<\/p>\n<p><strong>Efeitos<\/strong><br \/>\nAnt\u00f4nio* tem 9 anos e \u00e9 autista. Sua m\u00e3e, a assistente social Lu\u00edsa*, acha ainda mais delicado tratar do tema com o filho. \u201cEu, como m\u00e3e de uma crian\u00e7a autista, me sinto ainda mais insegura devido \u00e0 fragilidade de meu filho, por ele ser totalmente indefeso. A conversa se torna mais complicada, uma vez que ele n\u00e3o tem esse discernimento e ele n\u00e3o compreende certos assuntos\u201d.<\/p>\n<p>Psic\u00f3loga especialista em desenvolvimento infantil e gestalt-terapeuta infanto-juvenil, Nil\u00e2ine Machado, aponta que o di\u00e1logo precisa ser acolhedor, espont\u00e2neo, sem p\u00e2nico e sem puni\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u201c<em>A crian\u00e7a precisa sentir que pode contar com seus adultos de refer\u00eancia para falar sobre qualquer assunto, sem que seja punida ou ter seus sentimentos minimizados. A abordagem deve ser cuidadosa, dizendo a verdade e sem detalhes &#8211; \u00e9 desnecess\u00e1rio, por exemplo, apresentar fotos, \u00e1udios e v\u00eddeos sobre os ocorridos\u201d,<\/em> comenta a psic\u00f3loga.<\/strong><\/p>\n<p>Conhecer as estrat\u00e9gias que est\u00e3o sendo aplicadas pelas escolas pode tamb\u00e9m ajudar a apaziguar a sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a. Sintomas como batimentos card\u00edacos acelerados, suor, pensamentos constantes de medo, dificuldade em dormir e\/ou relaxar, hiper vigil\u00e2ncia s\u00e3o alguns dos sinais de que o medo em excesso pode estar causando algum tipo de sofrimento emocional, nos pais ou filhos, como complementa o psic\u00f3logo e professor do UniRuy Wyden, Matheus Santana.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u201c<em>Quando o medo atrapalha, \u00e9 preciso buscar uma ajuda de profissional. Uma educa\u00e7\u00e3o pautada no autoconhecimento pode auxiliar crian\u00e7as e adolescentes a perceberem situa\u00e7\u00f5es at\u00edpicas e formas de se protegerem de situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancias. Uma rede de apoio &#8211; fam\u00edlia, amigos \u2013 tamb\u00e9m \u00e9 ferramenta importante de al\u00edvio dos sintomas advindos desta emo\u00e7\u00e3o\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Confian\u00e7a<br \/>\nFilha da professora Jeane Lima, a estudante Esperan\u00e7a, 16, tem recebido uma s\u00e9rie de \u00e1udios e v\u00eddeos que espalham esse clima de terror. \u201cEst\u00e3o promovendo o caos. A minha filha est\u00e1 apavorada e n\u00e3o quer ir para escola. Tamb\u00e9m estou com medo de tantas palavras cru\u00e9is. J\u00e1 conversei com ela sobre a possibilidade de atentados e a minha orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 que ela tente viver a todo custo. Falei para n\u00e3o sentar na frente da turma e n\u00e3o \u2018esperar pela morte\u2019. Correr, lutar, fazer o poss\u00edvel para viver\u201d.<\/p>\n<p>Nos grupos de pais, Jeane conta que v\u00ea e ouve de tudo. \u201cO assunto est\u00e1 sendo desesperadamente discutido nos grupos de pais. Cada um com um medo maior que o outro. Temendo, com raz\u00e3o, pela vida dos seus filhos. Outros agindo com agressividade, outros passando mal. Minha press\u00e3o essa semana ficou bem alta por minha filha ter passado esse susto no col\u00e9gio. \u00c9 um terror psicol\u00f3gico com uma s\u00e9rie de \u00e1udios, fotos, v\u00eddeos. \u00c9 muito triste perceber o grau de perversidade\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>O que existe por tr\u00e1s desse medo? A doutora em Psicologia e professora do Idomed Est\u00e1cio Alagoinhas (BA), Anna Paula Oliveira, enxerga bullying, dissemina\u00e7\u00e3o de discursos mis\u00f3ginos e racistas, internet dispon\u00edvel (sem restri\u00e7\u00e3o) e jovens vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201c<em>Precisamos investir no cuidado, no equil\u00edbrio e gerenciamento das nossas emo\u00e7\u00f5es. Esse seria um dos passos para n\u00e3o entrar em p\u00e2nico e n\u00e3o deixar o outro ao nosso lado apavorado. E mais uma vez refor\u00e7o com o cuidado que devemos ter com informa\u00e7\u00f5es sensacionalistas ou ficar buscando em todos os canais de informa\u00e7\u00f5es o acontecimento\u201d,<\/em> opina.<\/p>\n<p>Para dar conta de conversar sobre esse tema, o psic\u00f3logo com doutorado em Ci\u00eancia da Educa\u00e7\u00e3o, Alessandro Marimpietri, diz que os pais precisam buscar informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201cMe parece quase imposs\u00edvel que as crian\u00e7as n\u00e3o sejam de algum modo afetadas. Entretanto, devemos evitar o acesso a conte\u00fados para os quais n\u00e3o est\u00e3o psiquicamente preparadas e buscar uma alian\u00e7a fam\u00edlia-escola. Afinar esse discurso de prote\u00e7\u00e3o e cuidado pode colaborar com uma sa\u00edda\u201d, aposta.<\/p>\n<p>A professora da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), Catarina de Almeida, concorda. Di\u00e1logo, roda de conversa entre a escola e os familiares, um trabalho conjunto. \u201cA escola tamb\u00e9m est\u00e1 tensa, os profissionais de educa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. \u00c9 muito di\u00e1logo, ouvir, acolher. Se a gente n\u00e3o for junto, n\u00e3o vamos avan\u00e7ar. \u00c9 conscientizar tamb\u00e9m que a divulga\u00e7\u00e3o em massa dessas mensagens, al\u00e9m de n\u00e3o ajudar, vai provocar p\u00e2nico e incentivar grupos a continuarem fazendo amea\u00e7as falsas ou n\u00e3o. Tornar a escola segura n\u00e3o \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o que se possa delegar s\u00f3 a ela mesma. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o que precisa da coopera\u00e7\u00e3o de todos n\u00f3s\u201d, defende.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>DEZ CAMINHOS PARA O DI\u00c1LOGO EM CASA SOBRE VIOL\u00caNCIA NAS ESCOLAS<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>Identifique se<\/strong> essa crian\u00e7a ou adolescente est\u00e1 com medo ou n\u00e3o. Monitore tamb\u00e9m o consumo de m\u00eddia e de redes sociais;<\/p>\n<p><strong>A abordagem<\/strong> vai depender muito da maturidade e do repert\u00f3rio da crian\u00e7a, do entendimento que ela possa ter.<br \/>\nOs pais podem iniciar a conversa perguntando como elas est\u00e3o se sentindo, como est\u00e3o as coisas na escola, questionarem se gostam ou n\u00e3o de ir para a escola;<\/p>\n<p><strong>O di\u00e1logo<\/strong> sempre acolhedor, espont\u00e2neo, sem p\u00e2nico e sem puni\u00e7\u00e3o. \u00c9 fundamental que os pais transmitam seguran\u00e7a. \u00c9 necess\u00e1rio se auto avaliar, enquanto pai e m\u00e3e, qual o seu n\u00edvel de medo e se naquele momento n\u00e3o seria melhor que outra pessoa da fam\u00edlia tenha essa conversa;<\/p>\n<p><strong>Outro conselho<\/strong> de especialistas \u00e9 que a abordagem seja na mesma propor\u00e7\u00e3o das demandas que a crian\u00e7a vai trazer. Usar palavras de f\u00e1cil entendimento, validando o sentimento que ela traz, verificando o que isso est\u00e1 causando nela, sem press\u00e3o ou p\u00e2nico;<\/p>\n<p><strong>Mais uma orienta\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 manter a escola informada se a crian\u00e7a est\u00e1 com algum sentimento de medo para que ela possa ser acolhida l\u00e1 tamb\u00e9m;<\/p>\n<p><strong>Independente da idade<\/strong>, a abordagem deve ser realizada sempre dizendo a verdade e sem detalhes. \u00c9 desnecess\u00e1rio mostrar fotos, \u00e1udios e v\u00eddeos sobre os ocorridos;<\/p>\n<p><strong>Na conversa<\/strong> com os adolescentes, reforce sem passar serm\u00e3o, a dimens\u00e3o desse problema, principalmente, para os pontos de aten\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s comunidades, grupos, chats de veicula\u00e7\u00e3o de discurso de \u00f3dio;<\/p>\n<p><strong>Oriente sobre<\/strong> n\u00e3o desprezar informa\u00e7\u00f5es veiculadas por colegas, referentes a amea\u00e7a tanto contra a pr\u00f3pria vida quanto do grupo:<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o fa\u00e7a de conta<\/strong> que o problema n\u00e3o existe quando seu filho te questionar o que est\u00e1 acontecendo. Isso aumenta o risco de que ele acesse outras fontes nem sempre t\u00e3o confi\u00e1veis e que podem lev\u00e1-lo ao p\u00e2nico;<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o \u00e9 preciso que<\/strong> aconte\u00e7a um ataque para se falar em casa sobre bullying, cyberbullying, sa\u00fade mental e perigo dos discursos de \u00f3dio. Afine esse discurso de prote\u00e7\u00e3o e cuidado com a escola.<\/p>\n<p>*Nomes fict\u00edcios, os personagens pediram a reportagem para n\u00e3o serem identificados.<\/p>\n<p>COMPORTAMENTO: \u2018Filho, precisamos conversar\u2019: 10 formas de conduzir um papo sobre ataques em escolas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEle est\u00e1 com medo, teve pesadelo, toda hora fala disso. Fui obrigada a trazer esse assunto para o meu filho porque o p\u00e2nico se instalou na sala dele, na escola, e Caio* veio me perguntar se era verdade tudo isso. Eu tive que dizer a ele que sim, que podia acontecer\u201d. 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