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Entregadores de aplicativos bloqueiam vias de SP em protesto contra curso obrigatório e pedem taxa mínima de R$ 10

Entregadores de aplicativos bloquearam vias importantes de São Paulo nesta quarta-feira (25/03/2026) em protesto contra a exigência de curso obrigatório para motofretistas e mototaxistas. Além disso, reivindicam aumento da taxa mínima de entregas para R$ 10. O movimento afetou pontos como a Marginal Pinheiros e o Palácio dos Bandeirantes.

Contexto do Protesto
– Data: 25 de março de 2026
– Local: São Paulo e região metropolitana (Osasco)
– Participantes: Cerca de 350 entregadores de aplicativos como iFood, Keeta e 99Food
– Principais pontos bloqueados:
– Avenida das Nações Unidas (Marginal Pinheiros, próximo à Ponte Estaiada)
– Ruas de Osasco
– Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista

Reivindicações dos Entregadores
– Curso obrigatório: Os profissionais criticam o prazo imposto pelo governo paulista para realização do curso de motofretista, exigido para atuação regular.
– Taxa mínima: Pedido de R$ 10 por entrega, alegando que os valores atuais são insuficientes para cobrir custos e garantir renda digna.
– Regulamentação nacional: Críticas também ao PLP 152/2025, que tramita na Câmara dos Deputados e trata da regulamentação dos aplicativos de entrega.

Reação do Governo
– O Detran-SP anunciou suspensão das multas para motociclistas que ainda não concluíram o curso obrigatório.
– Haverá um período de transição de dois anos para que os profissionais se adequem às novas regras.
– Durante esse período, a fiscalização será educativa e não punitiva.

Impactos na Cidade
– Trânsito: Congestionamentos significativos na Zona Sul de São Paulo, especialmente na Marginal Pinheiros.
– Mobilização: A Polícia Militar estimou cerca de 150 a 200 motociclistas em diferentes pontos da capital e região metropolitana.
– Visibilidade política: O ato em frente ao Palácio dos Bandeirantes buscou pressionar diretamente o governo estadual.

Conclusão
O protesto dos entregadores de aplicativos em São Paulo expõe a tensão entre a necessidade de regulamentação da atividade e as condições de trabalho da categoria. Enquanto o governo paulista tenta implementar regras de segurança com o curso obrigatório, os profissionais reivindicam melhores remunerações e prazos mais flexíveis. A suspensão das multas indica uma tentativa de diálogo, mas o impasse sobre remuneração e regulamentação nacional ainda deve gerar novos embates.

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