Violência
Justiça mantém prisão de homem acusado de matar filhas em São Paulo

A Justiça decidiu manter a prisão preventiva de Breno de Souza Castro, acusado de matar as duas filhas, de 3 e 5 anos, por sufocamento dentro de um veículo em São Paulo.
O crime chocou o país pela brutalidade e pela motivação: segundo as investigações, Breno teria ameaçado a ex-companheira antes de cometer o duplo homicídio.As crianças foram encontradas mortas no interior do carro, estacionado em uma rua da zona sul da capital paulista. A perícia confirmou que ambas morreram por asfixia.
Ameaças anteriores: Breno já havia enviado mensagens intimidatórias à ex-companheira, indicando intenção de vingança.
As meninas foram colocadas no veículo e sufocadas pelo pai.O acusado foi detido em flagrante e permanece sob custódia.Decisão O juiz responsável pelo caso entendeu que a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública e evitar riscos à investigação. A defesa havia solicitado liberdade provisória, mas o pedido foi negado.
O crime gerou grande comoção social e reacendeu debates sobre violência doméstica e proteção infantil. Organizações de direitos humanos destacaram a necessidade de reforçar políticas de prevenção e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade.Próximos passos
O Ministério Público deve apresentar denúncia formal nos próximos dias.A defesa de Breno pode recorrer da decisão que manteve a prisão preventiva.O caso será acompanhado de perto por entidades ligadas à defesa da mulher e à proteção da infância.




